"O presidente George W. Bush e o seu gabinete emitiram centenas de afirmações falsas sobre a ameaça do Iraque para a segurança dos Estados Unidos após os atentados de 11 de Setembro, segundo um estudo divulgado esta terça-feira pelo Centro para a Integridade Pública.
Segundo o Globo, o texto afirma que no total houve 935 afirmações falsas de Bush e de membros de seu gabinete nos dois anos após os atentados de 11 de Setembro de 2001.
Bush foi o autor de 259 dessas declarações, 231 sobre as supostas armas de destruição massiva e 28 sobre os denunciados vínculos do Iraque com a Al-Qaeda, diz o estudo. Estas declarações «foram parte de uma campanha orquestrada que galvanizou a opinião pública e levou o país a uma guerra com justificações decididamente falsas», indicou o relatório.
Antes da intervenção militar para derrubar o governo do presidente Saddam Hussein em Março de 2003, o governo Bush afirmou que o líder iraquiano estava envolvido com o terrorismo e desenvolvia armas de destruição massiva.
As armas nunca foram encontradas e as investigações posteriores indicaram que não existia essa cumplicidade de Saddam Hussein com o terrorismo."
Isto parece uma brincadeira, que os gajos não batem é bem da cabeça, mas se virmos isto com atençao, dá para ver que há aqui coisas que não batem certo, em relação á liberdade de expressão. E como se costuma dizer a brincar a bincar fodeu o macaco a mãe!
Fica aqui um video que demonstra que existe liberdade de expressão.
Não é de mais louvar o fenómeno que esta banda representa, desculpem, o fim desta banda representa. É verdade os D,ZRT vão cu caralho. Não sei se é Deus a tentar repor a ordem natural das coisas ou outra coisa qualquer. O que interessa é que finalmente acabou, é oficial. Pelo meno até 3 de Fevereiro, data do concerto de despedida.
Estava eu no outro dia descansado a ver as noticias quando me deparo com algo que me deixou com aquela sensação de deja vu. Sensação que se assemelha bastante a novelas como Chiquipitas ou Floriteta ( não vou escrever direito, até parece mal), cuja versão original vem de outros países que tem um dom para estas merdas. Mas neste caso a situação é um pouco diferente, adaptado da televisão inglesa e portuguesa, paraa televisão espanhola, avizinha-se um novo grande HIT.
Aquilo a que me refiro é o caso da pequena Maddeline, Maddie para os amigos do infantário. Desta vez o episódio passa-se nas ruas de Huelva, Espanha. Como o mercado de raptos em Portugal anda apertado, com a taxa para transporte de crianças raptadas está muito alta (maldito governo, é só andar para trás), esta “nova” novela chegou a Espanha. Desta vez é também uma menina, tem apenas 5 anos, de nome Mari Luz e nunca mais foi vista após ter ido comprar batatas, não sei se eram fritas, se doritos, se lays. Como já disse isto é em Espanha e nossa TVI, ainda teve aoportunidade de fazer uma das suas habituais coberturas sobre o assunto, por isso ainda não sei nada no que toca a esse tipo de questões.
Mas o que me atormenta é que isto tem uma a potencialidade de se tratar deum caso plágio, se formos a reparar no nome da menina, é coincidência a mais, Mari Luz?? O primeiro nome Mari, Mar em português, e quem fala em mar fala em praia, e aqui vêem o elemento chave que é luz, agora é só juntar as palavras, misterioso não?? (até pareço o gajo do código do vinci).
Só espero que isto não vire uma nova novela, com tanto mediatismo, quando existe um grande problema como o rapto de mulheres, países com taxas de rapto por dia que até parecem mentira, 1 por hora. E pouco se fala ou se quer saber, por isso….
O nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de "foda-se!" que ela diz.
Existe algo mais libertário do que o conceito do "foda-se!"? O "foda-se!" aumenta a minha auto-estima, torna-me uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas. Liberta-me.
"Não queres sair comigo?! - então, foda-se!" "Vais querer mesmo decidir essa merda sozinho(a)?! - então, foda-se!"
O direito ao "foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição.
Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para dotar o nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade os nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo a fazer a sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia.
"Comó caralho", por exemplo. Que expressão traduz melhor a ideia de muita quantidade que "comó caralho"?
"Comó caralho" tende para o infinito, é quase uma expressão matemática.
A Via Láctea tem estrelas comó caralho! O Sol está quente comó caralho! O universo é antigo comó caralho! Eu gosto do meu clube comó caralho! O gajo é parvo comó caralho!
Entendes? No género do "comó caralho", mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso "nem que te fodas!". Nem o "Não, não e não!" e tão pouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade "Não, nem pensar!" o substituem. O "nem que te fodas!" é irretorquível e liquida o assunto. Liberta-te, com a consciência tranquila, para outras actividades de maior interesse na tua vida. Aquele filho de 17 anos atormenta-te a pedir o carro para ir surfar na praia? Não percas tempo nem paciência. Solta logo um definitivo:
"Huguinho, presta atenção, filho querido, nem que te fodas!".
O impertinente aprende logo a lição e vai para o Centro Comercial encontrar-se com os amigos, sem qualquer problema, e tu fechas os olhos e voltas a curtir
Há outros palavrões igualmente clássicos. Pensem na sonoridade de um "Puta que pariu!", ou o seu correlativo "Pu-ta-que-o-pa-riu!", falado assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba. Diante de uma notícia irritante, qualquer "puta-que-o-pariu!", dito assim, põe-te outra vez nos eixos.
Os teus neurónios têm o devido tempo e clima para se reorganizarem e encontrarem a atitude que te permitirá dar um merecido troco ou livrares-te de maiores dores de cabeça.
E o que dizer do nosso famoso "vai levar no cu!"? E a sua maravilhosa e reforçadora derivação "vai levar no olho do cu!"? Já imaginaram o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta: "Chega! Vai levar no olho do cu!"?
Pronto, tu retomaste as rédeas da tua vida, a tua auto-estima. Desabotoas a camisa e sais à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.
E seria tremendamente injusto não registar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: "Fodeu-se!". E a sua derivação, mais avassaladora ainda: "Já se fodeu!".
Conhecem definição mais exacta, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação? Expressão, inclusivé, que uma vez proferida insere o seu autor num providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo assim como quando estás a sem documentos do carro, sem carta de condução e ouves uma sirene de polícia atrás de ti a mandar-te parar. O que dizes? "Já me fodi!"
Ou quando te apercebes que és de um país em que quase nada funciona, o desemprego não baixa, os impostos são altos, a saúde, a educação e … a justiça são de baixa qualidade, os empresários são de pouca qualidade e procuram o lucro fácil e em pouco tempo, as reformas têm que baixar, o tempo para a desejada reforma tem que aumentar … tu pensas “Já me fodi!”